Rádio Chapada



domingo, 31 de maio de 2009

Camaradas estão produzindo documentário sobre Festa do Pau

As “culturas do Povo” e a “cultura de massa” serão as temáticas focadas no documentário.

O Coletivo Camaradas iniciou neste domingo (31), a produção de mais um documentário desta vez sobre a Festa do Pau de Santo Antônio de Barbalha. O primeiro trabalho de documentário do grupo foi “Cabaré - Memórias de uma vida” que trata da questão de uma antiga zona de prostituição da cidade do Crato que teve inicio em 1952.
O foco do novo trabalho vista abordar aspectos da confluência e antagonismos entre as “culturas do povo” e “cultura de massas” dentro desta tradicional festa do Padroeiro da Cidade de Barbalha. Para tanto estão sendo colhidos depoimentos de pessoas da cidade, de artistas e de pesquisadores sobre o assunto, como o caso do Ismael Wagner, um carregadores do famoso “Pau da Bandeira”, dos pesquisadores sobre cultura, Oswald Barroso e Claudia Rejane, do músico Luciano Brayner e do humorista Nonato Fred. Outro nomes deverão fazer parte do trabalho como é o caso do professor doutor Jossier Ferreira, que já tem uma vasta pesquisa e registro do evento que se reveste de um misto entre o sagrado e profano.

Além de depoimentos. A intensa movimentação ocorrida na Festa do Pau foi registrada através de fotos e filmagens pelo grupo. Os Camaradas pretendem o ampliar o acervo de imagens fotográficas e audiovisuais para o documentário, através de doações de registros de acervos pessoais de pesquisadores e do público em geral.
A intenção é que o trabalho seja finalizado em Julho e o lançamento ocorra na cidade de Barbalha. A Produção deste trabalho é custeada através de recursos próprios e de parcerias.
Quem desejar fazer doações de vídeos ou registro fotográficos digitalizados comunicar enviando informações para o email: coletivocamaradas@gmail.com.

sábado, 30 de maio de 2009

Manuel Bezerra ingressa no Coletivo Camaradas

O Estudo é essencial para compreensão do processo do artístico e o Coletivo Camaradas desenvolve estudos neste sentido.

O professor Manuel Bezerra irá integrar o Coletivo Camaradas. O qual se fortalecerá com a sua participação. O professor é um dos estudiosos da teoria marxista na área da cultura e educação e autor do livro “Escola – Pedagogia da Reprodução” e está organizando o seu segundo livro que tratará da questão da hegemonia política e do poder oligárquico. Na área da educação desenvolve um projeto de pesquisa que busca articular a educação pública no Brasil com os reflexos da crise do socialismo.
Para o professor, o Coletivo Camaradas é um importante instrumento para estimular o estudo e o debate de temas atuais e de importância para compreensão política, social e cultural, tanto da realidade local, quanto da realidade brasileira.
Natural de Brejo Santo, onde desenvolve um projeto de Cineclube, através da Associação dos Amigos da Cultura – AMIC que visa a formação de público para na linguagem do audiovisual. Atualmente o filósofo é professor do Departamento de Educação da Universidade Regional do Cariri – URCA, onde ministra disciplinas da área de ciências humanas.

Roda de Conversa sobre Arte e Marxismo

A segunda roda de conversa sobre a arte e marxismo realizada na ultima quinta-feira, dia 28, na Sala de Vídeo da URCA foi mediada pelo professor Manuel Bezerra que abordou aspectos da compreensão estética marxista. A próxima deverá ocorrer em junho e abordará aspectos da cultura e da cidade.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Arqueologia e Paleontologi serão discutida no Cariri


Mais de 190.000 visitantes estiveram no Museu de Paleontologia da URCA em Santana do Cariri, numa cidade de cerca de 7.000 mil habitantes.

Aprofundar e socializar a produção cientifica na área de paleontologia e arqueologia é um dos objetivos do Encontro Universitário de Paleontologia e Arqueologia do Cariri que será realizado no período de 08 a 10 de junho de 2009, na Universidade Regional do Cariri – URCA. O evento constará de palestras, mini-cursos e vivencias na Casa Grande e Mina de Calcário em Nova Olinda.

A região do Cariri é um dos locais importantes para a pesquisa cientifica nas áreas arqueológicas e paleontológicas. A primeira citação dos fósseis da Bacia do Araripe foi registrada em 1810 por João da Silva Feijó e cerca de 20 anos depois a ilustração desses fósseis foram publicadas por Spix & Martius em 1831. Diversos eventos científicos propiciaram a difusão de estudos e de descobertas sobre essas áreas do conhecimento, como é o caso do I e II Simpósios sobre Bacias Interiores do Nordeste em 1994 e 1997, a realização do XVI Congresso Brasileiro de Paleontologia em 1999 e o Simpósio Sobre Atualidades Paleontológicas em 2008, eventos que conseguiram potencializar a região como pólo de pesquisa cientifica paleontológica e arqueológica.

Para os organizadores, a conseqüência direta do evento é proporcionar aos acadêmicos e a comunidade em geral, o despertar sobre o estudo da Paleontologia, da Arqueologia, da evolução e biodiversidade na região do Cariri.


Até hoje, mais de 190.000 visitantes estiveram no Museu de Paleontologia da URCA em Santana do Cariri, numa cidade que tem apenas cerca de 7 mil habitantes. Número similar são as visitas à Casa do Homem Cariri em Nova Olinda, para conhecer os vestígios do povo Cariri, antes da chegada dos colonizadores portugueses. Entre estes visitantes, destacam-se inúmeros pesquisadores nacionais e estrangeiros. Esses dados demonstram a importância da região do Cariri para a cultura cearense e nordestina e a necessidade de fomento à pesquisa e divulgação cientifica sobre esse potencial regional que também é discutido na ótica do turismo cientifico.

O Encontro é realizado pela Pró-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa – PRPGP, Grupo de Pesquisa Chapada do Araripe – GPCA e Laboratório de Pesquisa Paleontológica da URCA – LPPU.


Programação:

Inscrições

MANHÃ
08:00h as 11:00h SALÃO DA TERRA
NOITE
18:00h as 21:00h - C.A DE BIOLOGIA

Data de realização do evento: 8 a 10 de Junho de 2009
Local do Evento: Universidade Regional do Cariri – URCA

Palestras:
• História do Museu de Santana do Cariri: Dr. Plácido Cidade Nuvens – Reitor da Urca
• Legislação sobre o Tráfico de Fósseis: José Artur Andrade Ferreira Gomes, Geólogo – DNPM - CE/CPCA
• Arqueologia na Região do Cariri: Ms. Rosiane Lima Verde - Fundação Casa Grande
• Paleobotânica na Bacia do Araripe: Dr. Antônio Álamo Feitosa Saraiva – Professor de Botânica Criptogâmica da Urca
• Geopark Araripe: MS. Francisco Idalécio de Freitas – Geólogo do Geopark Araripe
• Paleoturismo - Com Enfoque na Região do Cariri: Dr. Alexandre Magno Feitosa Sales - Professor de Paleontologia da URCA

Mini-Cursos:
• Ambientes Sedimentares da Bacia do Araripe: Carlos Hindenburgo Nunes Holanda- Secretaria de Recursos Hídricos.
• Interpretação Paleoecológica: Dr. Maria Helena Hessel - UFC Cariri
• Replicação de Fósseis: Carlos Eduardo Sousa, Coord. Da Oficina de Réplicas – Museu de Paleontologia da Urca
• Preparação de Fósseis: Renan Bantim, Olga Alcântara e Nádia Amanda - URCA – Bolsistas de I.C/Funcap e CNPq.
• Introdução a Arqueologia: Ms. Rosiane Lima Verde - Fundação Casa Grande – Nova Olinda
• Biomecânica - O Voo dos animais: Dr. Hermínio da Silva. - Professor de Física da Urca.


CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

• 8 de junho de 2009 – Segunda-Feira

08:00h – Credenciamento
08:00 as 08:15 – Apresentação Musical – Ana Paula Nogueira
08:30h – Palestra de Abertura: História do
Museu de Paleontologia da URCA - Plácido Cidade Nuvens – Reitor da URCA.
09:30h–Palestra: Legislação sobre o Tráfico
de Fosseis - Artur Andrade F. Gomes - DNPM
10:20h as 10:30h - Intervalo
10:30 as 11:20 – Palestra : Geopark Araripe
Francisco Idalécio de Freitas – Geopark Araripe.
14:00 às 17:00 - Mini Cursos e Credenciamento
14:30 - Filme


• 9 de junho de 2009 - Terça-Feira

08:30h Palestra Paleoturismo na Região do Cariri: Alexandre Magno Feitosa Sales- Urca
09:30h – Arqueologia na Região do Cariri: Roseane Lima Verde - Fundação Casa Grande
10:20 as 10:30 – Intervalo
10:30 as 11:20 – Paleobotânica da Bacia do Araripe: Antônio Álamo Feitosa Saraiva -Urca
14:00 as 17:00 – Mini Cursos
14:30 - Filme

• 10 de Junho de 2009 - Quarta-Feira

7:30 – SAÍDA PARA A VIVÊNCIA DE CAMPO EM FRENTE A PANIFICADORA P&C.
LOCAL DA VIVÊNCIA: Casa Grande (Nova Olinda- CE) e visita a Mina de Calcário (Geotope Nova Olinda).


Serviço:
Olga Alcântara (88) 8817-1458
Renam Bantim (88) 9909-8622
Aline Mounielle (88) 9222-4440
PRPGP (88)3102-1291


sábado, 23 de maio de 2009

Filósofo Manuel Bezerra discute arte e marxismo com os Camaradas

A segunda Roda de Conversa sobre Arte e Marxismo será com o filósofo Manoel Bezerra Neto, autor do livro “Escola – Pedagogia da Reprodução”. A roda de conversa será dia 28 de maio, às 16 horas, na sala de vídeo da Universidade Regional do Cariri, Campos Pimenta. “Até que ponto o marxismo está comprometido com a estética e qual o espaço da estética no campo marxista”, esse é um dos questionamentos colocados pelo filosofo Manoel Bezerra. Na oportunidade será distribuido material de estudos de autoria do professor e filósofo.

Para o materialismo histórico e dialético representado por Marx e alguns autores marxistas, essencialmente antropocêntrico, a arte é um produto do trabalho espiritual-material humano, uma forma de conhecer, condensar e expressar aspectos de determinada visão de mundo, a partir de uma realidade histórica e socialmente datada. Desse modo, a arte, como uma forma ideológica, compõe a superestrutura social. Esses serão alguns dos questionamentos que deverão ser provocados durante o evento. O primeiro teve como mediador o professor doutor Roberto Siebra. Um dos objetivos do Coletivo Camaradas compreender o processo artístico e estétivo pelo viés do estudo marxismo.
Interessados em participar das roda de conversa entra em contato pelo e-mail: coletivocamaradas@gmail.com

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Grupo de Artistas criado em Fortaleza é inspirado no Coletivo Camaradas

Arte e Marxismo também será o foco Coletivo de Artistas de Fortaleza
No último sábado (16), esteve reunido no Comitê Municipal do PCdoB de Fortaleza o grupo que dará origem ao coletivo de artistas na capital. A idéia é aglutinar militantes, filiados e simpatizantes com atuação nos movimentos artístico e cultural, interessados em estudar arte sob a ótica marxista, na perspectiva de debatê-la entre os diferentes segmentos sociais e interferir propositivamente nas políticas culturais da cidade.

Essas foram algumas das idéias que surgiram durante a reunião, que teve como pauta principal o delineamento da atuação desse grupo formado por músicos, escritores, desenhistas, capoeiristas, MC´s, humoristas, teatrólogos, dançarinos, entre outros, que, embora embrionário, se inspira nas experiências do Coletivo Camaradas do Cariri.

Segundo Natanael Alves, o Natan, dirigente do PCdoB de Fortaleza, “essa ação corresponde aos anseios da direção municipal do partido que pretende reorganizar, através do núcleo dos movimentos sociais, a atuação política de seus quadros no movimento artístico”. Trata-se de uma reaproximação com o segmento que ajudou a construir a própria história do partido comunista no Brasil, quando organizou em suas fileiras nomes importantes como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti, Clarice Lispector, Tarsila do Amaral, José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Villa- Lobos, Jorge Amado, Raquel de Queiroz, Portinari, entre outros.

Para Antonio Filho, poeta, fotógrafo e escritor comunista, “o importante é que a atuação do grupo seja acertada, no sentido de contribuir para descentralizar as informações e facilitar o acesso aos bens culturais, patrimônio de todos”. O coletivo surge no momento em que a Conferência Nacional de Cultura e suas etapas preparatórias, municipal e estadual, que têm o objetivo de desenvolver políticas públicas de cultura e promover a participação social, se tornam pauta na cidade. Nesse sentido, o grupo inicia suas atividades com a tarefa de preparar a atuação marxista no processo de conferência, de forma a garantir uma intervenção qualificada e propositiva de seus membros.

Diante de tantos desafios, ficou acertado entre os presentes um encontro quinzenal para dar andamento às propostas. A próxima reunião está prevista para o dia 30 de Maio, às 10h, no Comitê Municipal do PCdoB de Fortaleza. A atividade é aberta e interessados podem participar independente da filiação partidária, o importante para o grupo é a afinidade com o tema e o compromisso de construir uma nova realidade cultural na cidade. Maiores informações podem ser obtidas através do telefone (85) 8631-7172 (Falar c/ Flaviene).

De Fortaleza
Flaviene Vasconcelos.
Estudante de Ciências Sociais e membro do coletivo de artistas

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Diversidade e participação marcam lançamento do CUCA

A criação do Cuca é um fato histórico no Cariri. Depois de oito anos de tentativas é lançado o primeiro CUCA da UNE no Ceará, vinculada ao Instituto CUCA. A Programçao tem continuidade até sexta-feira,dia 22.

A Escola de Cultura Berimabarte de Capoeira deu uma aula de história e cultura no lançamento do CUCA Cariri, nesta ultima quarta-feira, dia 20, no Salão de Atos da URCA. Logo em seguida o resgate histórico da luta dos artistas e estudantes do Cariri, a diversidade cultural e a necessidade de parcerias marcaram os discursos da mesa de abertura, composta por Maércio Lopes, presidente da Academia dos Cordelistas do Crato; professora Maria Isa Pinheiro Cardoso Gonçalves, pró-reitora adjunto de Extensão da URCA; Jéferson Luiz, diretor nacional da Nação Hip-Hop Brasil e Secretário da Cultura de Potengi; Alexandre Lucas, representante do Coletivo Camaradas, Anastácio Braga, gerente executivo do Centro Cultural do Banco do Nordeste; Zenaide Leandro, acadêmica de Administração da UVA, Jéssica Sampaio, acadêmica do curso de Teatro da URCA; Rudiney Souza, diretor da União Nacional dos Estudantes – UNE e Jean Alex de Alencar , coordenador do CUCA Cariri.
Para o coordenador do CUCA Cariri, Jean Alex “uma das questões de grande importância é que as universidades compreendam que a cultura é um bem de todos e que a região possui uma diversidade de manifestações e deve fortalecer a pesquisa, o registro e a valorização dos mestres e artistas populares ou eruditos através de ações pontuais guiadas por compromissos éticos e sociais”.
A professora e Cordelista Salete Maria produziu um cordel para homenagear o lançamento do CUCA intitulado “Oração ao CUCA e à cultura Cariri” que pode ser lido no blog: http://www.cucacariri.blogspot.com/.
A Coordenadora dos Pontos de Cultura da Unidade Gestora do Mais Cultura/Ceará, Norma Paula enviou carta saudando o lançamento do CUCA em que afirma “Acredito que o CUCA CARIRI contribuirá através da cultura, para a construção e execução, de uma política que estimule a formação de novos talentos no campo das artes, que preserve a memória do povo caririense através da identificação, da realização de eventos e formação de grupos locais, que fomente a discussão sobre a democratização dos meios de produção”. Ela se coloca a disposição inteira disposição, juntamente com os Pontos de Cultura do Ceará, para tornar o CUCA CARIRI um grande sucesso.


De “igual para igual” foi a mesa-redonda Cultura do Povo

Esse foi o clima que marcou a mesa-redonda “Cultura do Povo – Patrimônio de uma identidade” composta pelos mestres Pekeno, da Escola de Cultura Berimbalarte de Capoeira; mestre Antonio Luiz, do Reisado de Caretas do Sassaré – Potengi, Mestre Cirilo do Maneiro Pau da Bela Vista – Crato, Anastácio Braga, Gerente Executivo do CCBNB, João do Crato, cantor e militante dos movimentos sociais e o músico e compositor Abidoral Jamacaru. Num clima descontraído o publico escutou com dedicação as palavras sábias dos mestres, dos artistas e do gestor. A intenção da mesa foi oportunizar aos mestres que tivessem a possibilidade de dialogo com o público sobre os seus fazeres e manifestações, tendo em vista, que na maioria das vezes o tema “cultura do povo” é discutido sem a presença dos mestres e em alguns casos são chamados apenas para apresentações. Para Rebecca Sedrim, integrante do CUCA Cariri, os artistas populares devem ser escutados e propiciados momentos constantes de aproximação com o público, visando aproximar o povo da arte e da suas identidades culturais.


“Quero participar ativamente do CUCA”

Essas foram às palavras da acadêmica do Curso de Teatro da URCA, Jéssica Sampaio que animou os integrantes do CUCA. Ela ressaltou a importância de criação do CUCA Cariri e frisou também que a arte é mesclada de pratica e conhecimento, referindo-se a importância do estudo acadêmico para compreensão da arte e se colocou a disposição para construir e expandir o Centro Universitário e disse que é importante o envolvimento dos universitários.


Criação participativa







Estudantes e artistas criaram um painel onde puderam expressar a sua opinião em relação ao CUCA. Uma ação simples mas capaz de motivar a interação dos participantes e tornar-los parte do processo.










domingo, 17 de maio de 2009

Começa moblização no Cariri para Congresso da UNE em Brasília

Diretor da UNE, Rudiney Sousa participa de mesa redonda sobre movimento estudantil na URCA. O evento será aberto aos estudantes de outras Instituições de Ensino Superior – IES.

Os estudantes universitários da região do Cariri se preparam para participar do 51º Congresso Nacional da União Nacional dos Estudantes - CONUNE, que será realizado em Brasília, no período de 15 a 19 de julho, na UnB. O diretor da UNE no Ceará, Rudiney Sousa tem intensa programação na região, desde a semana passada ele vem realizando visitas e reuniões aos dirigentes dos Centros Acadêmicos e representações estudantis de faculdades e universidades do Cariri.
De acordo com Rudiney a expectativa no Estado do Ceará é eleger 120 delegados e frisa que só a região do Cariri poderá eleger aproximadamente 30. Ele enfatiza que deverá ficar na região até a próxima sexta-feira, dia 22. Rudiney destaca que além dos estudantes deverá se reunir com prefeitos, reitores e diretores de faculdades e universidades com o intuito de viabilizar o transporte e ajuda de custo para os universitários irem ao CONUNE.
A vinda do diretor da UNE à região deve ser também a participação dele na mesa redonda: Movimento estudantil; Filosofia, Políticas e Lutas que será realizada durante a Semana do Calouro da URCA, nos dias 18 (Campus Crajubar) e 19 (Campus Pimenta )pelo turno da manhã e noite. Já na quarta-feira, dia 20, participará do lançamento do primeiro Centro Universitário do Estado do Ceará – CUCA da UNE, às 8h00min, no Salão de Atos da Universidade Regional do Cariri.

Serviço:
Diretor da UNE Rudiney Sousa
(85) 86710065
Email: rudineyune@gmail.com

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Novo filme de Jackson Bantim resgata lenda popular


Dia 17 de Maio de 2009, às 19h no Cine Teatro Municipal Salviano Saraiva será realizado o lançamenti oficial de “As Sete Almas Santas Vaqueiras”


Baseado em causos populares o filme “As Sete Almas Santas Vaqueiras” de Jackson Bantim resgata a lenda de um sertanejo que mantinha uma vida desregrada e que a partir de uma tragédia familiar tem a sua história transformada, num misto de magia e de manifestações da cultura do povo.
A produção do Filme teve início em outubro do ano e as filmagens externas foram produzidas no Distrito de Santa Fé, na cidade do Crato e contou com uma produção genuinamente caririense e contou com uma produção genuinamente do Cariri, desde o elenco aos técnicos.
Para o dramaturgo Cacá Araújo, que tem participação no elenco do filme, um dos destaques é o resgate de um causo popular desconhecido do grande público e o envolvimento de artistas, produtores e técnicos da região. Ele ressalta que essa participação demonstra a capacidade produtiva na área artística e cultural do Cariri.
O filme também apresenta uma das ultimas imagens audiovisuais do poeta, artesão, folclorista e músico, o Mestre Correinha que faleceu em dezembro de 2008. O grupo de Coco da Mulheres da Batateira da Mestre Edite Dias e a Lapinha da Mestra Zulene Galdino fazem parte da estética cinematográfica do cineasta Bantim.
Exibição dia 17 de Maio de 2009, as 19h no Cine Teatro Municipal Salviano Saraiva, Patrócinio: Prefeitura Municipal Crato, Secretária de Cultura do Crato e Universidade Regional do Cariri/URCA.
O filme é resultado de um esforço pessoal em parceria com artistas, produtores e técnicos do audiovisual e o incentivo da Secretária de Cultura do Crato e da Universidade Regional do Cariri/URCA. O filme tem a co-produção do grupo de pesquisa IMAGO/URCA.

Um camarada do Cinema no Cariri

Jackson Oliveira Bantim, é um dos pioneiros da cinematografia caririense já na década de setenta do século passado, o cineasta já se atrevia a mexer com cinema, inicialmente de forma bem rudimentar a base de uma técnica artesanal de projeção de imagens que se utilizava de lâmpadas, água e luz.
Com um histórico de participação em vários filmes como: Padre Cícero, Patativa do Assaré – Poeta do Povo , Lua Cambará, A Profana Comédia, Terra Ardente, Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, Músicos Camponeses, Documentário Irrigação Dnocs, Cícera do Barro Cru, Tristão Gonçalves, Corisco e Dadá, Patativa do Assaré Ave Poesia, Lua Cambará nas Escadarias do Palácio, H20 Cariri, Capela Bom Jesus da Lapa 50 Anos, Foi Assim...Como Será? Chapada do Araripe.
As Sete Almas Santas Vaqueiras é o quinto filme dirigido por Jackson Bantim. Ele também dirigiu os filmes Antonio Gonçalves da Silva – O Amigo, Caldeirão em Festa, A Colheita dos Aniceto e Assombrações do Cariri.
Jackson Bantim também atua na fotografia, na produção cultural e é um defensores e divulgadores da cultura do povo.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Agentes de Saúde do Cariri realizarão manifestação nesta quarta-feira

“Prefeituras do Cariri não fazem repasse de recursos do Ministério da Saúde para ACS” afirma Maria Marli, diretora da CTB (foto)

Agentes Comunitários de Saúde – ACS de treze cidades da região do Cariri realizarão manifestação conjunta nas cidades de Barbalha, Crato e Juazeiro do Norte nesta quarta-feira, dia 13. A categoria reivindica o repasse do incentivo financeiro que é destinado pelo Ministério da Saúde.

Cada Município recebe por cada Agente Comunitário de Saúde - ACS o valor de R$ 581,00. Além de uma parcela extra no mesmo valor no final do ano. Esses recursos são destinados para a valorização e incentivo destes profissionais e custeio de material de trabalho, como fardamento, balança, bicicleta, protetor solar, etc. No entanto, a categoria denuncia através do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Ceará – Sind-Saúde, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil CTB e as Associações dos Agentes Comunitários de Saúde da Região que as prefeituras das cidades de Assaré, Altaneira, Barbalha, Campos Sales,Crato, Grangeiro, Jardim, Juazeiro do Norte e Santana do Cariri não pagam nenhum valor aos ACS e que as prefeituras de Antonina do Norte e Farias Brito pagam um valor irrisório que a categoria chama de “esmola”.

A categoria reivindica que 50% dos recursos repassados por cada ACS pelo Ministério da Saúde sejam destinados esses profissionais da Saúde.

O Prefeito do Juazeiro do Norte, Manoel Santana marcou audiência com representantes da categoria e assessoria jurídica do Sind-Saúde, no dia da manifestação, às 11h30min, no Memorial Padre Cícero. A categoria avalia como negativa a escolha do atual Secretário de Saúde da Cidade, Giovani Sampaio.

A concentração da manifestação ocorrerá a partir das 8h00min, na Praça da Sé, no Crato e em seguida sairá em carreata para a cidade de Barbalha e encerrará em Juazeiro do Norte.
A expectativa é reunir ACS das cidades de Assaré, Altaneira, Crato, Campos Sales, Missão Velha, Caririaçu, Barbalha, Juazeiro do Norte, Farias Brito, Nova Olinda, Potengi, Araripe e Várzea Alegre.

Serviço:
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Ceará - Sind-Saude Delegacia Regional Cariri (88)3523-1849

sábado, 9 de maio de 2009

Festa da Mãe Aparecida dos Criolos em Salitre

Começa nesta segunda-feira, dia 11, a Festa da Mãe Aparecida dos Criolos em Salitre. O evento é desenvolvido junto com uma comunidade Quilombola.

clique em cima da imagem para ampliar









quinta-feira, 7 de maio de 2009

Igualdade racial será discutida em conferência regional no Crato

Igualdade racial será discutida em conferência regional no Crato


O Crato sediará Conferência Regional de Promoção a Igualdade Racial nesta sexta e sábado, dias 08 e 09 de maio, no auditório do Teatro Salviano Arraes. O evento é realizado pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR em parceria com diversas organizações dos movimentos sociais e tem como objetivo ampliar o diálogo e a cooperação entre órgãos e entidades governamentais e não governamentais de promoção da igualdade racial, na qual deverão ser apontados possíveis ajustes nas políticas de igualdade ora em curso, e fortalecidas as relações das mesmas com as políticas sociais e econômicas em vigor.

Além do movimento negro, a conferência visa contar com a participação de comunidades tradicionais de terreiros, quilombolas, indígenas e de etnia cigana. O dirigente do União Pela Igualdade Racial –Unegro, mestre Armando Leão já encontra-se na cidade do Crato para ajudar na articulação da conferencia.

Essa etapa regional é decisiva para participação nas etapas posteriores, estadual que será de 26 a 27 de maio em Fortaleza e a nacional que será 27 a 28 de junho no Distrito Federal.

Na região estarão sendo mobilizados os Quilombolas de Potengi, Os Índios Kariri do Sitio Poço Dantas, os Pais de Santos dos Terreiros de Candomblé e Umbanda, os capoeiristas, os pesquisadores do movimento negro e militantes do Grunec, os grupos de dança de matriz africana, como é o caso do Afoxé Oba Orun e diversos outros segmentos étnicos e sociais.

A conferência no Crato terá início nesta sexta, dia 08, a partir das 8h00mim, no auditório do Teatro Saviano Arraes.

Serviço
(85) 8670-0361
Mestre Armando Leão – dirigente da UNEGRO


Informações para pesquisa no site:
http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/seppir/publicacoes/subsidio/tipodocumento_view/

Entrevista de Ciro Gomes ao Vermelho


 

Você, sem razão, foi citado entre os parlamentares que utilizaram passagens aéreas do mandato para viagens de parentes – no caso, sua mãe. A seu ver, foi apenas erro ou foi má-fé? 
A imprensa misturou alhos com bugalhos, acusou pessoas que não estão envolvidas, como foi o meu caso – e isso é só lateral. Minha mãe tem 80 anos e nunca viajou com um centavo de ninguém, nem sequer tinha visto para fazer as viagens das quais ela foi acusada.

 

Toda a violência intimidatória veio para cima de mim, embora eu já esteja acostumado. Da minha parte, eu me garanto. Tenho 30 anos de vida pública decente e não fui lá (no plenário) falar sobre isso. Minha pergunta é: a quem interessa esse tipo de generalização nas denúncias? Que serviço se presta à opinião pública com essas generalizações?

 

A grande imprensa errou a mão?
Evidentemente, em um país de gente sofrida como o povo brasileiro, qualquer privilégio é intolerável, e há que se consertar, que se corrigir, que se denunciar. Entretanto, o que se fez em relação a esse assunto foi uma absurda generalização. Talvez os jornalistas não percebam – o que eu duvido. A esta altura, já vejo uma inflexão, pelo menos no jornal Folha de S.Paulo.

 

Peguemos um exemplo prático, que é muito pequeno – o que não quer dizer que eu perdoe qualquer desvio. Acho o (senador Pedro) Simon (PMDB-RS) um homem público decente, mas ele viajou com a esposa. Eu acho o (deputado federal Fernando) Gabeira (PV-RJ) um homem decente, mas viajou com a esposa ou com a amiga. Não acho que ter viajado com parentes para o estrangeiro seja o melhor critério de avaliação de quem é e quem não é decente na vida pública.

 

Porém, mesmo aceitando que o critério seja este, o fato é que metade da Câmara Federal – metade! – não viajou nenhuma vez com parente para o estrangeiro. Se a manchete dos jornais fosse “Metade da Câmara cometeu abusos”, já seria uma grande colaboração para preservar os valores democráticos. A população, na hora em que soubesse que metade viajou, imediatamente ressalvaria a instituição, a Câmara, preservaria a política como linguagem fundamental da democracia.

 

Será mesmo que essa única mudança faria tanta diferença para as pessoas?
Eu não sou contra que a imprensa denuncie com todo o azedume possível os malfeitos, os erros, os defeitos. Repito: se você disser “foi a metade”, a instituição está ressalvada. No meio do povo, o que aconteceria? Uma sadia discussão nos bares, nos ônibus, nas filas, para saber se o deputado em que eu votei está envolvido, se o seu está ou não. A imprensa pode ajudar o povo a separar o joio do trigo. A democracia é uma obra de homens e mulheres falíveis, mas também capazes de serem nobres.

 

Você não acha que...
Olha, me desculpe, eu preciso dizer mais uma coisa, e talvez vocês sejam os únicos que publiquem essa reflexão. Mas é preciso que você olhe – eu fui olhar – a lista da metade que viajou para o estrangeiro.

 

Vermelho também olhou.
Numa ponta, em dois anos e meio, fulano de tal viajou uma única vez para Bangladesh e levou a esposa – foi a uma reunião para debater a fome no mundo. Na outra ponta, tem um deputado que viajou 40 vezes para Miami com a família toda, gato, sapato, galinha, cachorro, etc. e tal.

 

Não vou cair na bobagem, num moralismo pequeno-burguês falso, de dizer que quem rouba R$ 1 rouba R$ 1 milhão. Claro que não é verdade. Tenho a experiência de professor de Direito. Quem rouba R$ 1 às vezes tem nisso a única alternativa para comer. Quem rouba R$ 1 milhão quer ficar rico, e isso é completamente diferente.

 

Mas vamos supor de novo, arbitrariamente, que você eleja um novo critério – não é decente quem fez de cinco viagens para cima neste período. Aí você reduz para uma minoria, e essa minoria é a responsável pela distorção. Ela é que deve pagar caro, mas passa batida, passa protegida.

 

E por quê? Porque se generalizou para Simom, para Gabeira ou eu, que fui citado falsamente. Nós três estamos igualados àquele que achou ótima essa generalização, vai passar impune e, provavelmente, vai repetir suas malversações em outros cantos. A generalização não cuidou de fazer essa pedagogia.

 

Folha cometeu um erro grave e ofensivo à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Na edição de 5 de abril, o jornal divulgou uma ficha criminal falsa, supostamente dos tempos em que Dilma atuava na luta armada. Retomo a primeira pergunta: foi só descuido ou foi irresponsabilidade mesmo? 
Descuido há, e a Folha é um jornal muito leviano, como quase todos. Não podemos esperar que um jornal seja exato. Mas, em qualquer caso de inexatidão ou erro, o jornal pode tirar um exemplar amanhã e, se tiver boa-fé, permitirá a correção. Um eventual prejuízo, ainda que grave, pode ser atenuado.

 

Claro que devia haver uma responsabilidade maior. Se você quiser difamar uma pessoa, a responsabilidade é muito grave. Na vida pública, é mortal – equivale a uma sentença de morte. Se a população acreditar em certas leviandades, você destrói uma biografia pura e simplesmente com uma mentira. É disso que se trata nesta vida moderna e substantivamente midiática. Porém, na minha opinião, corrigir o erro cometido ontem está de bom tamanho – já que ainda não temos aquela democracia tão madura como a que eu ajudo a construir.

 

A maior parte dos jornais não faz assim. Quando a Folha publicou que a minha mãe tinha feito uma viagem que não fez, eu mandei uma carta ao jornal, e eles publicaram na seção de cartas dos leitores (“Painel do Leitor”). Ok, há um certo desequilíbrio – o escândalo é na primeira página e o esclarecimento fica na seção de cartas. O erro da Dilma eles corrigiram também, eu li. Houve um erro, houve a pressa, um certo descuido. Porém, corrigiram.

 

Mas vou dar um outro exemplo prático de agora. O jornal O Globo fez um grande escândalo com o nome da minha mãe, que tem 80 anos e não viajou com as passagens aéreas. Eu mandei uma carta ao Globo, e eles não publicaram. Veja bem: não publicaram uma linha. Isso é grave.


domingo, 3 de maio de 2009

Intervenção questiona uso comercial da imagem do Padre Cícero





Durante o XIV Encontro Regional de Estudantes de Ciência Sociais Norte e Nordeste realizado no período de 29 de abril a 03 de maio, na Universidade Regional do Cariri – URCA e que teve como temática Romarias ao Cariri: Fé, Cultura e Política do Povo Nordestino, o Coletivo Camaradas realizou intervenção artística como intuito de refletir sobre o uso comercial que se faz da imagem do Padre Cícero. A intervenção consistiu na armação de uma tenda com produtos que recebem o nome e a imagem do Padre cratense que ganhou ascensão em Juazeiro do Norte, dentre os produtos tinha velas, vinhos,pomadas, bálsamos, estátuas, quadros, escapulários, fitas, chaveiros,etc. Além dos produtos também foi distribuído o “cartão de visita do Motel Padre Cícero”. Um suposto motel com endereço fictício é criado fazendo uma analogia ao ganho comercial, com o slogan “Santo Prazer Nordestino” em que os “S” são substituídos pelo cifrão ($).
Toda intervenção foi registrada em vídeo e em breve será disponibilizada na internet.
A intervenção contou com a participação de Dayze Carla, Fatinha Gomes, Lílian Carvalho, Michael Marques, Alexandre Lucas, Cláudio Leôncio.
Clique em cima da imagem para ampliar:




Linguagem.

Na era vitoriana era proibido fazer menção às calças na presença de uma senhorita. Hoje em dia, não fica bem dizer certas coisas perante a opinião pública:" 

 

Por Eduardo Galeano, na Carta Maior
(Do livro 
De Pernas pro Ar, editora L&PM)


"O capitalismo exibe o nome artístico de economia de mercado;

 

O imperialismo se chama globalização;

 

As vítimas do imperialismo se chamam países em via de desenvolvimento, que é como chamar de meninos aos anões;

 

O oportunismo se chama pragmatismo;

 

A traição se chama realismo;

 

Os pobres se chamam carentes, ou carenciados, ou pessoas de escassos recursos;

 

A expulsão dos meninos pobres do sistema educativo é conhecida pelo nome de deserção escolar;

 

O direito do patrão de despedir sem indenização nem explicação se chama flexibilização laboral;

 

A linguagem oficial reconhece os direitos das mulheres entre os direitos das minorias, como se a metade masculina da humanidade fosse a maioria;
em lugar de ditadura militar, se diz processo.

 

As torturas são chamadas de constrangimentos ilegais ou também pressões físicas e psicológicas;

 

Quando os ladrões são de boa família, não são ladrões, são cleoptomaníacos;

 

O saque dos fundos públicos pelos políticos corruptos atende ao nome de
enriquecimento ilícito;

 

Chamam-se acidentes os crimes cometidos pelos motoristas de automóveis;

 

Em vez de cego, se diz deficiente visual;

 

Um negro é um homem de cor;

 

Onde se diz longa e penosa enfermidade, deve-se ler câncer ou AIDS;

 

Mal súbito significa infarto;

 

Nunca se diz morte, mas desaparecimento físico;

 

Tampouco são mortos os seres humanos aniquilados nas operações militares: os mortos em batalha são baixas e os civis, que nada têm a ver com o peixe e sempre pagam o pato, danos colaterais;

 

Em 1995, quando das explosões nucleares da França no Pacífico Sul, o embaixador francês na Nova Zelândia declarou: “Não gosto da palavra bomba. Não são bombas. São artefatos que explodem”;

 

Chama-se Conviver alguns dos bandos assassinos da Colômbia, que agem sob proteção militar;

 

Dignidade era o nome de um dos campos de concentração da ditadura chilena e Liberdade o maior presídio da ditadura uruguaia;

 

Chama-se Paz e Justiça o grupo militar que, em 1997, matou pelas costas 45 camponeses, quase todos mulheres e crianças, que rezavam numa igreja do povoado de Acteal, em Chiapas." 


Fonte: Portal Vermelho.